terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

dor

no teu peito deserto
o meu pranto ecoa...
o teu céu encoberto
vem... que a minha dor nâo doa

12 comentários:

Sandra Botelho disse...

Lindo e docemente soturno...
Bjos meus!

Lara Amaral disse...

A dor do amor
nem sempre dói
mas se o faz
é pra valer.

Beijos.

Palma da Mão disse...

«...no teu peito deserto...»
Olá meu bom amigo, de tudo o que o nosso peito tem, em nada se torna, jamais, um peito deserto, haverá-os sim, mas que fiquem muito longe de nós esses infelizes, e venham a nós aqueles que o têm completo de sentimentos felizes como o carinho que nos une, um carinho com cheiro intenso a respeito, que nos transforma nessa grandiosidade a que um dia chamaram tão só...amigos.
beijinhos mil

segredo disse...

ja tinha saudades de tao belos poemas!
Beijinho de lua*.*

٭sofia٭ disse...

muchos saludos, estoy visitandote por primera vez, y me voy encantada, con tus lindas palabras, estoy empezando con mi primer blog y estas invitado, te espero cualquier dia hasta lueguito besitos para ti.

angela disse...

Amar e não ser amado...
só da pra desejar que não doa
mas doi.
beijo

reltih disse...

si ellas vienen con algún dolor, nosotros se lo curamos.
un abrazo amigo

Sonhadora disse...

Meu querido Braulio
Adorei o teu nostálgico poema.

Beijinhos carinhosos
sonhadora

MaressaBrito disse...

PERFEITOOOOOOOOOO !
parabééns !

Lauci disse...

Isso é que é amor. Poupa o amado(a) da dor.
Lindo poema, Braulio.Parabéns!!!

Um beijo

E.T. Adorei o comentário deixado. Não tinha visto. Mas já o repliquei e agradeço.[rs]

Graça disse...

Que não doa, não, querido Braulio.

O teu beijo imenso de carinho, Trovador das doces palavras.

Sandra Botelho disse...

Amigo tem brincadeirinha no meu blog para você, Mas sinta-se a vontade para não brincar caso não queira ok?
Bjos!